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Eu aprendi a observar e a criticar em silêncio as pessoas, maneira diferente da que fazem comigo.
Nunca disse que sou ou fui perfeita, ou até quero perfeição.
Eu cometo sempre o mesmo ato: me mostro demais para aqueles que eu, de cara, acho que merecem isso (a melhor parte de mim). E acabo sempre no mesmo lugar, o desconforto da estupidez.
Tenho a capacidade de admirar as pessoas, mesmo conhecendo seus defeitos e vendo os seus atos errados.
Às vezes caio em contradição. Por que o precipitar das palavras nem sempre carrega a verdade que há.
Aprendi que ficar em silêncio ao invés de falar, não ser sincera naquele exato momento, nem sempre é a melhor escolha, pois a verdade liberta.
Não saio dizendo o que penso das pessoas. Digo quando for preciso, mas nem sempre as minhas palavras são ouvidas, então é quase o mesmo que nada dizer.
Às vezes gostaria que as pessoas dessem o verdadeiro valor ao que faço, escrevo ou até digo. Custa muito fazerem isso?
Tenho de cada pessoa que conheço, conheci, uma qualidade e um defeito comigo.
É mais fácil criticar do que realmente admirar e gostar de uma pessoa, eu porém faço o contrário. Até daquelas pessoas que não gostam de mim, tenho algo que digo que é bom.

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