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Quando você se dispõe a conhecer uma pessoa, você passa a correr riscos.
Há uma falsidade natural nas pessoas. Há máscaras.
Quando você se dispõe a saber as qualidades e defeitos de uma pessoa, você entra em um mundo desconhecido.
Cada personalidade é feita devida situações vividas.
Cada momento de sua vida corresponde a decisões, a consequências.
Quando você se dispõe a entender os passos, atitudes de uma pessoa, você se arrisca.
Arrisca o seu caráter, seja ele bom ou mal.
Você se afeta, querendo ou não. Você se influencia, ou influencia alguém.
Mas o que é entender uma pessoa, se às vezes nem você mesmo se entende?
O que é conhecer realmente uma pessoa, se cada pessoa pode se moldar e manipular situações?
Quando você se dispõe, você encara desafios oportunos. E às vezes não deixa que as pessoas lhe entendam. Afinal você pode ser igual a qualquer um que saiba viver.
Que saiba manipular situações.
Uma vez ou outra você consegue ser sincero com alguém, e quando você faz isso, você se põe em perigo, coloca seus sentimentos em algo, que para alguns se chama jogo, e para outros se chama vida. Você pode cair em um abismo, em um momento da sua vida que só te traz escuridão, decepção.
Quando você se dispõe, você se deixa levar por alguns costumes, mania, hábitos da pessoa. Você pode ser ver nessa situação. Alguns de seus costumes, manias, hábitos é ensinado.
Quando você se dispõe há uma ligação com a outra pessoa.
Muitas vezes os nossos instintos naturais nos avisam do perigo, mas sempre tem um determinado momento que você quer ir além de seus limites. E se você não souber lidar, tiver um jogo de cintura, você acaba se machucando com as suas próprias decisões.
Se dispor a conhecer alguém é se arriscar, é aprender...
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