domingo, 30 de janeiro de 2011

30 de Janeiro de 2011

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A desconfiança de si mesmo.
O orgulho abominável queimando por dentro.
As decisões foram precipitadas e de tudo se teve as consequências,
 boas e maléficas.
Não vou carregar em minha boca palavras que o 
meu coração se negue a dizer.
Aquele espelho que mostra o que você era, o que eu era antes, 
está posto na parede.
Devo-me olhar? 
Sim! Aqui estou olhando o meu "eu" antigo.
VERGONHA, ORGULHO, MEDO, RAIVA, FELICIDADE, DESESPERO, PRAZER, DESÂNIMO, DECEPÇÃO (...)

De uma pessoa sem malícia que eu era, passei a ser egoísta. E machuquei muitas pessoas, quebrei tantas janelas e no final... Nunca teve um final, mas sempre um recomeço, um início. Um novo início.

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